Inclusão digital: o nosso telecentro
O Pontão de Cultura Tenda Jovem comemora mais uma iniciativa de inclusão digital. Trata-se do telecentro que está sendo montado na sede da Diretoria de Cultura de Anápolis, à Praça Bom Jesus, Centro. A iniciativa pretende atender a comunidade e desenvolver projetos e programas que contemplem as questões sociais de acessibilidade e inclusão digital.
O novo telecentro foi uma doação do Serviço Federal de Processamento de Dados, SERPRO, empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda, criada em 1964, com o objetivo de modernizar e dar agilidade a setores estratégicos da administração pública brasileira.
O projeto do telecentro já vinha sendo pensado desde o início do Pontão, desejo que motivou encontros em Brasília e Anápolis com representantes do SERPRO, do Pontão de Cultura e da Diretoria de Cultura de Anápolis.
Telecentros são espaços com computadores conectados à Internet banda larga. Cada unidade possui normalmente entre 10 e 20 micros. O uso livre dos equipamentos, cursos de Informática Básica e oficinas especiais são as principais atividades oferecidas à população. É um projeto de uso intensivo da te-
cnologia da informação para ampliar a cidadania e combater a pobreza, visando garantir a privacidade e segurança digital do cidadão, sua inserção na sociedade da informação e o fortalecimento do desenvolvimento local. Um dos objetivos principais do projeto é organizar uma rede de unidades de múltiplas funções que permita às pessoas adquirirem autonomia tecnológica básica e privacidade a partir do software livre.
Combater a exclusão digital é o objetivo central dos telecentros. Trata-se de uma iniciativa fundamental para capacitar a população brasileira e inseri-la na sociedade da informação, para assegurar a preservação de nossa cultura com a construção de sites de língua portuguesa e de temáticas vinculadas ao nosso cotidiano, qualificar profissionalmente nossos trabalhadores, incentivar a criação de postos de trabalho de maior qualidade, afirmar os direitos das mu-
lheres e crianças para um desenvolvimento tecnológico sustentável e ambientalmente correto, aprimorar a relação entre o cidadão e o poder público, enfim, para a construção da cidadania digital e ativa.
Gerente de Desenvolvimento Cultural da Diretoria de Cultura, Bene-
dito Pereira, observa que trata-se de um momento ímpar a chegada do telecentro à Diretoria de Cultura. “Teremos a oportunidade de atender àqueles que, por muito tempo, se viram excluídos do processo tecnológico.
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